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A Copa do Mundo pode ser uma oportunidade para seu negócio. Cuidado para não dar bola fora

A Copa do Mundo pode ser uma oportunidade para seu negócio. Cuidado para não dar bola fora

Neste domingo, teve início a Copa do Mundo do Qatar e, até o dia 18 de dezembro, os olhos do mundo se voltam para um dos eventos esportivos mais esperados pelo público. No Brasil, a paixão pelo futebol reacende a expectativa para a conquista do hexa e movimenta o mercado de consumo. Setores como o varejo e serviços investem neste período, aproveitando o apelo publicitário gerado para incrementar as vendas.

É preciso ter atenção para fazer publicidade usando a competição como chamariz, já que a Copa do Mundo é uma propriedade da Federação Internacional de Futebol (FIFA), incluindo seus direitos comerciais e as propriedades intelectuais relacionadas. Para não cometer erros ou infrações, listamos aqui algumas regras importantes para que as empresas não deem bola fora e saiam campeãs nos negócios.

De acordo com as políticas internas de proteção de direitos, a FIFA visa coibir qualquer associação, aproveitamento de imagem, nome, fama, símbolos, ainda que indiretamente, ao evento, sendo que sua inobservância poderá ser entendida como violação de direitos, passível de reclamação por parte do Comitê.

A FIFA já possui os direitos sobre as marcas: “Copa Mundial; FIFA World Cup Qatar 2022; FIFA WorldCup; Qatar 2022; World Cup 2022”; dentre tantas outras similares, e de seus correspondentes em idioma estrangeiro, inclusive o português. Assim, qualquer utilização não autorizada, dessas ou qualquer outra marca protegida, poderá ser reclamada pelos organizadores do evento.

Mesmo sendo uma expressão genérica, a utilização do termo “Copa do Mundo” deve ser evitada em qualquer tipo de atividade que possa resultar em uma associação comercial não autorizada pela FIFA, quer por meio do uso não autorizado de marcas registradas ,quer mesmo quando tais símbolos e nomes oficiais não são utilizados e mesmo assim a referência ao evento

Lembrando ainda que, pertencem ao Comitê organizador do evento – FIFA, os direitos sobre a mascote oficial do campeonato, as imagens da taça de campeão e demais premiações (atual e anteriores), emblemas, logotipos, dentre outros, os quais têm sua utilização condicionada a prévia autorização da Federação.

A distribuição de ingressos gratuitos, na forma de prêmios, é exclusividade dos parceiros comerciais da FIFA os quais deverão contar com prévia autorização da entidade. Qualquer distribuição de ingressos, realizada por empresas não colaboradoras/patrocinadoras da FIFA, será entendida como atividade parasitária, passível de reclamação por parte do Comitê organizador do torneio.

A publicidade realizada por não patrocinadores e parceiros da FIFA poderá explorar,  o futebol; a brasilidade, o nacionalismo, o patriotismo; a torcida, os torcedores; os símbolos nacionais (hino, bandeira, respeitadas as restrições legais); as cores, desde que tais usos não façam referência ou estejam no contexto da Copa do Mundo ou a seleção brasileira de futebol, já que os direitos atinentes à essa pertencem à CBF – Confederação Brasileira de Futebol.

Por outro lado, deverão ser evitadas a utilização do nome, marca, insígnia registrados pela FIFA; afirmar ou sugerir que o anunciante é patrocinador oficial do evento; bem como não invadir espaço publicitário pertencente a FIFA, sem autorização da entidade.

Vale a criatividade e a torcida, mas com muito cuidado para não fazer gol contra!